A primeira vez que fiz sexo com meu irmão adotivo

Me chamo Carlos, sou filho único, meus pais tentaram ter outros filhos depois de mim mas não conseguiram, por isso quando eu tinha 7 anos eles adotaram meu irmão Bruno. Bruno é alguns meses mais velho que eu, 5 meses se não me engano, meus pais optaram pegar um menino da mesma idade pra gente fazer companhia um para o outro, brincarmos juntos e crescemos juntos. Acontece que eu e o Bruno fazíamos tudo juntos, tomávamos juntos, as vezes dormíamos juntos na mesma cama e acabamos temos nossa primeira experiência sexual também juntos, um com o outro anos mais tarde. Na adolescência eu não sabia o que realmente eu sentia por ele, se era algo de irmão, algo a mais ou a menos, só sei que ele também sentia o mesmo. Até que um belo dia, meus país tinham ido visitar minha vó materna no hospital, e ficamos sozinhos em casa, não tinha muita coisa pra fazer, não queríamos jogar vídeo game, e estávamos naquela idade de querer bater punheta  todo momento. Nessa altura a gente já fazia algumas coisas como sexo oral, bater punheta um para o outro, sarrar, ele adorava sarrar a piroca no meu cu virgem mas penetração nunca tinha rolado, tentamos uma vez mas senti tanta dor que desisti e até tinha prometido que nunca mais tentaria, mas naquele dia sentia algo muito forte, uma vontade de ir mais além daquilo que a gente já tinha ido. Comecei a chupar a piroca do meu irmão bem devagar, sem pressa e depois ele chupou a minha, senti uma coceira bem leve no cuzinho, e sentei encima do colo dele esfregando meu rabo no pau duro dele, as vezes ele tentava enfiar o dedo e eu deixava, ele percebeu que eu estava diferente pois quando ele tentava enfiar o dedo no meu cu eu não reclamava, até que ele cuspiu nos dedos e passou no meu cu e com muito cuidado enfiou o dedo, senti uma dorzinha, um ardido mas dava pra suportar, imaginei que se fosse o pau dele seria uma dor bem maior mas cheguei a conclusão que eu queria aquilo, então eu seguei o pau dele, coloquei a cabeça bem na portinha do meu cu e empurrei o rabo sentando devagar, ele fechou os olhos, eu também, levou acho que 2 minutos até o pau dele entrar totalmente no meu cu, eu gemia bem baixinho, fazia careta, ele não, ele estava de olhos fechados bem concentrado porém dava pra perceber pela expressão dele que estava muito bom pra ele. Passado uns 4 minutos, eu sentia uma ardência muito grande porém o pau já tava lá dentro, eu não era mais virgem, agora era ir para a próxima etapa que era os movimentos que a gente já conhecia dos filmes pornos.

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One comment

  1. Despertei para o sexo muito prematuramente, na puberdade ja sentia atração sexual pelos meninos, principalmente os mais velhos, eu adorava ver as pirocas dos garotos mas velhos no banheiro do Colégio, ou no vestiário do clube,naquela época não tinha computador em casa e Internet SÓ em lan house, mesmo sem dinheiro eu costumava ir à noite na lan house do “seu alfredo”um coroa grisalho 40tão q me tratava com muita atenção e carinho, sempre q havia vaga ele deixava eu navegar de graça e ainda me ensinava a manusear o computador. Certa noite chuvosa a loja estava vazia e ele me levou pro seu computador atrás do balcão e abriu num pornô gay, meus olhos arrecadaram ao ver um rapaz chupando o enorme pau de um negão, enquanto assistia o video senti q ele rosava o pau duro na minha bunda, com o coração aos pulos fingi não notar e fiquei imóvel até q ele perguntou se eu estava gostando. Mesmo sem saber se a pergunta se referia ao vídeo ou ao seu pau duro, respondi q estava adorando, ele então começou a alisar minha bunda,como não reclamei,o safado logo ja estava com a mão dentro da minha cueca levando seu dedo no meu cuzinho, depois pegou minha mão e colocou sobre seu pau, q fui logo punhetando aquela coisa grossa e quente. Depois de alguns minutos de sacanagem ele foi até a porta e fechou a loja, voltou sentou na cadeira e mandou chupar seu pau. De joelhos, abocanhei a jeba ja toda babada e fiz o coroa gozar em cinco minutos. Não imaginava q saía tanto leite de um cacete, me lambuzei todo e engoli quase tudo. Depois daquele dia,seu Alfredo deixava
    Eu brincar a vontade no computador, mas à noite depois q ele fechava eu entrava escondido pelos fundos pra namorar, assim , de tanto ele forçar o pau no meu cuzinho , um dia a cabecona entrou rasgando minhas pregas. Mesmo com o cu em brasas guentei ele socar quase tdo até gozar.Quando tirou a pica corri aos peidos pro vaso e fiquei um tempão cagando porra e sangue, a jeba dele estava lambuzada de bosta. Por muito tempo fiquei viciado no picao do coroa e nunca ninguém soube de nossas transas secretas.

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