Cheguei da balada e dei o cu gostoso pro porteiro do meu prédio


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Cheguei cedo da balada. Eram umas quatro da madrugada. Eu havia visto um grande vazamento de água na frente do prédio onde moro. Então, em vez de pegar o elevador no estacionamento e subir direto, passei pela portaria. Que puta surpresa! Henrique, um dos porteiros, estava com o pau na mão batendo uma punheta brava. Ele estava tão concentrado na bronha e no vídeo que assistia no celular, que nem tinha percebido a minha chegada.
Eu já tinha notado que aquele porteiro era gostoso. Sempre fui simpático com ele e ele comigo. Mas nunca me ocorreu um real desejo sexual por ele. Mas depois que vi aquele cacete duro e com cabeça melada, fiquei maluco de tesão. Imediatamente decidi que eu queria experimentar o sabor daquela rola.
Henrique não teve tempo para guardar o seu caralho e muito menos para fechar os botões da sua camisa. Escondeu o pau duro com um jornal. Falei pra ele sobre o vazamento da água e pedi para ele ligar para a Sabesp. Disse que eu também iria telefonar, mas que seria legal mais pessoas ligarem. Assim talvez eles corrigissem o problema com mais rapidez. “É. E em tempo de racionamento não é legal esse desperdício de água”, ele comentou. Concordei com ele e fiz um comentário cheio de malícia: “Que calor da porra, né? Dá até vontade de ficar pelado”. E ele logo emendou com: “Tá fazendo mesmo um calor do caralho”.
Entrei no elevador e pensei que eu tinha de arranjar um jeito de arrastar aquele porteiro para o meu apartamento. E o mais rápido possível, antes que voltasse para a sua punheta e acabasse gozando. Ao abrir a porta de casa eu já sabia como chamá-lo até ali. Entrei no banheiro e quebrei a lâmpada. Tirei minha roupa e fiquei só de cueca e camiseta. Então liguei para a portaria.
— Henrique, aconteceu uma coisa e eu não sei como resolver. Fui trocar a lâmpada do banheiro na hora que eu ia tomar banho. O vidro da lâmpada quebrou e base dela está presa no soquete. Você pode me ajudar?
— Sim. Estou subindo aí.
Dois minutos depois ele já estava no meu apartamento. Pediu uma vela e um alicate. Desligou a energia e resolveu o problema num instante. Quando ele estava de pé numa cadeira para alcançar a lâmpada, sua benga ficava quase na altura do meu nariz e eu podia sentir o cheiro da sua masculinidade. Também pude notar suas coxas musculosas dentro das pernas da sua calça. Meu desejo e tesão só aumentaram.
Eu tinha que agir rápido. Não podia deixá-lo ir embora. Quando estávamos caminhando para a sala, iluminados pela vela, eu lhe ofereci uma cerveja.
— Não posso. Estou em horário de trabalho.
— Só uma cervejinha não dá nada. É minha forma de retribuir o favor que você me fez.
— Tá bom. Eu aceito a cerveja. Posso ficar aqui uns dez minutos e trocar umas ideias.
Fui até a cozinha e peguei duas latinhas de cervejas queimando de geladas. Não liguei o disjuntor. Eu queria continuar apenas com a luz da vela. Voltei para a sala, coloquei a vela sobre a mesinha de centro. Entreguei uma cerveja para Henrique. Ele estava sentado de pernas abertas no sofá. Me sentei ao seu lado.
— Acho que um porteiro merece uma cervejinha gelada, não é? — Ele disse.
— Claro que merece. Principalmente numa noite quente como está.
— Tá mesmo fazendo um puta de um calor.
Tirei minha camiseta e fiquei só de cueca.
— Fique à vontade — disse passando minha mão sua coxa de forma provocativa.
Então ele notou imediatamente para onde eu queria levar a coisa. Tirou a camisa e ficou passando a mão no peito musculoso e peludo.
Há horas em que é preciso ir direto ao ponto, então falei:
— Eu vi você batendo punheta.
— E daí?
— Fiquei com bastante excitado.
Ele já estava começando a passar a mão no seu pacote. Seu pau já estava ficando duro outra vez.
— Vejo que você continua com tesão. Eu posso dar uma mão pra você.
Sem perder tempo, avancei para as coisas que ele tinha entre as pernas. Abri o seu cinto e os botões da sua calça. Tirei seu pau da cueca e direto caí de boca. Comecei a chupar sua rola com desespero. Minha ansiedade era enorme. Seu cacete terminou de endurecer na minha boca. Eu estava com fome de rola e mamava com gosto. O seu cacete de 20 centímetros era grosso e torto para a esquerda. Mesmo na penumbra eu pude ver que a sua pica tinha uma rede de veias grossas e azuis. Ela era escura e tinha uma cabeça vermelho-arroxeada. O saco dele era grande e tinha bolas pesadas. Sua linda pentelhada negra exalava um agradável cheiro de macho. Eu engolia todo o seu caralho.
Minha língua brincava com a cabeça da sua pica e sentia que o seu buraco largo. Então eu enfiava a ponta da minha língua ali. Ele se contorcia todo prazer. Depois eu lambia o seu saco e os seus ovos. Ele estava ficando louco de tesão. Gemia. E com as mãos forçava minha cabeça para poder foder minha boca. Às vezes eu me sentia sufocado. Minha saliva engrossou. Lágrimas escorriam dos meus olhos. Não demorou muito e ele esporrou. Encheu minha boca com sua porra. Eu engoli até a última gota.
Achei que tinha terminado e fiz menção de me levantar.
— Não acabou, não. Agora eu só saio daqui depois meter no seu cu.
Fernando tirou minha cueca com uma certa brutalidade. Me colocou de quatro. Com as duas mãos abiu minha bunda e deu uma cuspida no meu cu. Logo em seguida meteu tudo praticamente numa só estocada. Ele começou marretar com força. Meu cu se abria de prazer para aquela pica maravilhosa. Eu arqueava minhas costas para sentir todo o seu cacete no meu cu. Rebolava e pedia para ele meter mais. O tesão era tão grande que eu não conseguia controlar alguns peidos. Ele me segurava pelos quadris e metia bem fundo. Ele gostava de judiar de um cu.
De vez em quando ele diminuía o ritmo e quase parava de bombar. Mantinha o seu caralho inteiro no meu ânus. E eu sentia aquela verga pulsando dentro do meu rabo. Eu aproveitava e lhe dava uma chave de cu, estrangulando a base do seu cacete. Mas logo em seguida ele recomeçava a enfiar com violência. Eu escutava os sons da sua respiração ofegante, das suas bolas batendo nas minhas coxas e das suas palmadas na minha bunda. Ele metia como um hétero mete no cu de um viado. Naquele momento eu não era uma pessoa. Para ele, naquele momento, eu era apenas uma bunda e um buraco que iria fazer ele gozar.
Às vezes ele tirava o todo o cacete para fora. Só para depois meter tudo de uma vez só bem fundo e com muita fúria. E nesses momentos eu não conseguia evitar um urro de dor e de prazer. Por todos os deuses do Olimpo! Aquele homem sabia comer o rabo de um viado. Fernando parecia uma máquina de foder. Quando o seu caralho estava fora, eu sentia meu cu aberto e piscando.
— Seu cu faz bico — ele disse.
Recomeçou a me penetrar com vontade. Meu rabo engolia com satisfação toda aquela sua rola gostosa.
— Você tá gostando de levar ferro no cu? — Ele perguntou.
— Isso é uma delícia! — Era a única coisa que eu conseguia dizer.
— Você tem um cu gostoso pra foder. É largo e gostoso. Parece até uma buceta.
Eu percebi pela sua respiração e velocidade das suas metidas que ele iria gozar logo. Então Fernando tirou o seu cacete do meu rabo, se levantou e fez questão de gozar na minha cara. Abri a boca para receber alguns jorros do seu leite na minha boca. Eu via o seu caralho pulsando para expelir os jatos de esperma. Eu não tinha gozado. Mas meu corpo tremia e eu me sentia exausto. Com a minha cueca, ele limpou a baba anal que envolvia seu pau. Também secou o resto de porra que permanecia na cabeça do seu pau. Depois ele ergueu a sua cueca e a sua calça que estavam nos seus joelhos. Só então percebi que ele nem tinha tirado toda a sua roupa. Fechou os botões da calça e vestiu a camisa.
— A cerveja esquentou. Outro dia eu volto pra tomar uma bem gelada.
Caminhou até a porta. Antes de girar a maçaneta, ele se voltou e falou:
— Entre todos os cus de viado que eu já comi, o seu cu com certeza foi o mais gostoso e safado que minha rola já experimentou.
Ele saiu e fechou a porta. Continuei no sofá. Levou algum tempo para eu me recuperar. Então coloquei na boca meus dedos melecados com a porra de Fernando que ainda estava na minha cara. Bati uma punheta brava relembrando cada momento daquela foda com o porteiro do meu prédio. Gozei. Uma grossa gota de cera chorou na vela.

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