Sentei no pau do motoboy

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Por alguns anos trabalhei a noite, pegava serviço a tarde e só terminava meu expediente de trabalho a noite, e por vezes,principalmente fim de semana,eu perdia os ônibus pro meu bairro, ou as vezes eles demoravam muito, com isso era obrigado a ir de mototáxi pra casa, afim de preservar minha vida da violência, e sempre que eu chegava onde pegaria meu ônibus de casa tinha um posto de mototáxi, e era pra la que eu ia quando precisava de moto.
La nesse posto trabalhava um rapaz, bem novinho, baixinho e com um corpo belíssimo, ele não me chamava muito atenção, já que tenho preferencias por homens mais altos, num certo dia precisei dele pra me levar em casa, e ele foi, enquanto fazíamos o percurso houve um momento em que ele freou a moto bruscamente, nessa freada pedir um pouco o equilíbrio e por um “incidente” segurei na cintura dele rsrsrsrs na hora fiquei com vergonha, pedi desculpas mais ele não entendeu com maldade, dai pra intimidade foi um passo, ficou uma coisa rotineira, toda vez que eu me dirigia ao posto ele já se prontificava a me atender, mesmo que não fosse a vez dele(nesses postos de mototáxi eles obedecem ordens de saída), dai comecei a me afeiçoar a ele e ele a mim logico…
Um belo dia como eu sair tarde do trabalho(era quinta feira santa, supermercados lotados, trabalhava em supermercado) pedir todos os ônibus da linha do meu bairro, quando cheguei la no posto já era 23:30 tremia de medo de algum assaltante, olhei pro posto de táxi não havia ninguém, olhei pro céu muita chuva formada, fiquei sem solução, ate que meu belo motoqueiro pinta no pedaço, e me abriu um sorriso:
ele: tava me esperando?
eu: cara ainda bem que tu apareceu, não sabia como ir pra casa
ele: sobe ai pow, já to indo pra casa mais te levo rapidinho, e vamos rápido porque vai chover
subir na moto aliviado por já esta indo pra casa, de repente fomos surpreendidos por uma chuva forte e repentina, e nos abrigamos numa casa abandonada pra poder esperar a chuva passar, entramos num casebre velho, sujo,cheio de bagulhos, e ali começamos um papo melhor, ele tirou a camisa que havia molhado, e foi ai que eu pudi contemplar aquele corpo delicioso, nosssssssaaaa quase morro, o cara tinha um peitoral maravilhoso, tinha um bundinha linda, era tudo de bom, comecei a encara-lo e percebi que ele estava intimidado, ele logo começou a meter assuntos pra poder distrair minha atenção, que nada, eu só aumentava os olhares para aquele corpo suculento, dai ele me pergunta:
ele: você gosta de ver macho sem camisa cara?
eu: por que?
ele: você não tirar os olhos de mim, ta me comendo com os olhos, tu ta me deixando sem graça
eu: desculpa cara, to tentando controlar meu tesão
ele: tesão, que isso pow, para com isso
do nada comecei a notar o volume da calça dele aumentando e seu caralho foi ganhando vida, a chuva la fora so aumentava e ele já não mais se contendo:
ele: cara, não curto foder gays, mais se você quiser chupar eu deixo
eu: rsrsrssr garanto que ninguém nunca mais vai te chupar como eu rsrsrsr
abrir aquele cinto e fui descendo o zíper, nossa quando baixei a cueca box dele dou de cara com um super cacete duríssimo…não pedir tempo…chupei aquele pica toda, sem pena, fiz uma dos melhores boquetes da minha vida, modéstia parte sou um boqueteiro de primeira, ele tremia de tanto tesão, se remexia tarado pedindo mais e mais pela minha boca no seu cacete, dai tive a brilhante ideia de fazer um cunete, quando pedir que ele virasse de costas, ele não quis, achou que queria comer seu cuzinho, pedir que ele ficasse calmo:
eu: não vou fazer nada do que você não queira
ai sim ele virou de costas e empinou aquela bunda linda pra mim( me deu ate vontade de enraba-lo rsrsrs) e comecei a meter a língua naquele cuzinho lindo a apertadinho, ele não se continha de tanto prazer, tive a impressão de que quase ele iria gozar com minha língua no seu cu, voltei pro seu cacete que estava todo meladinho e comecei uma nova seção de boquete, quando menos esperei ele por a mão na minha bunda que já estava pedindo por pau, fiquei com vergonha de oferecer a ele, já que tinha dito que não comia gays, por isso deixei que dessa vez ele tomasse a iniciativa, foi ai que ele me encostou na moto, e começou a esfregar seu caralho na minha bunda, baixei as calças e ele pirou, a nossa visibilidade não era muito boa já que só tínhamos a luz que vinha da rua, mais deu pra ele perceber uma bunda bem gulosa:
ele: nossa que bundão eim,
eu: quer ela pra você
ele: você tem camisinha?
eu: não
nessa hora fiquei com um puta medo, mais tava louco pra sentir aquele pau me rasgar
eu: você que meter cara
ele: pow mais sem camisinha eh foda, mais se tu quiser
não pensei duas vezes, passei um pouco de saliva no cu e ele sem cerimonia começou a bombar mau rabo todinho, a chuva havia passado e nos ali fodendo loucamente, ele socava meu rabo com tanta força que eu via estrelas com aquele pau me rasgando todo, como estávamos de pé não tínhamos opções de posições, mais tenham certeza de que cada estocada valeu apena, num intervalo de 10 minutos socando muito meu cuzinho, ele avisa que vai gozar, e encheu meu cu de porra, sentir aquele leite espirrando dentro de mim, nossssssa que sensação maravilhosa, assim que acabou a foda, nos vestimos e ele me levou em casa, nessa hora já tinha 23 ligações perdidas da minha mãe, já era 00:15 da noite, rsrsrsrsrsr,nem precisamos trocar fones, pois já sabia onde encontra-lo, depois dessa loucura, ainda fodemos umas 10 vezes, ele já nem me cobrava mais pelas corridas rsrsrsrsrsr depois dese período ele me avisa que não vai mais dar certo o nosso envolvimento, ele estava noivando e não queria trair mais a futura esposa, eu disparei:
eu: ela chupa pau como eu?
ele: nunca….rsrsrsr ela nem faz isso
eu: pois então você já sabe, quando precisar…e só chamar.

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